Contatos Imediatos











{10 de Junho de 2010}   Trechos selecionados de Cidade dos Amaldiçoados: Nova Orleans

Não é tão antiga sua lembrança de uma época mais simples, mais feliz. Não faz muito tempo, você aproveitava Nova Orleans como se deve aproveitá-la: estando vivo. Os mortos, como você descobriu, sabem pouco sobre a verdadeira alegria. Conhecem, com certeza, a decadência e a devassidão a fundo. Sim, eles certamente conhecem os excessos em excesso… mas não a alegria.

Nunca a alegria.


Todas as comodidades da indústria moderna convivendo lado a lado com uma arquitetura gótica e antiquada o bastante para deixar à vontade até mesmo os membros mais antigos da Família. Casas mal-assombradas famosas e numerosos voduístas: um disfarce perfeito para transgressões acidentais da Primeira Tradição. Uma atmosfera de festa licenciosa que disfarça a essência moribunda da cidade, uma taxa de homicídio inacreditavelmente alta e uma população flutuante de turistas que chega a quase o dobro do número de moradores efetivos da cidade: é o suficiente para fazer até os mortos se sentirem vivos, mesmo que por pouco tempo. De fato, a cidade inteira é absolutamente vampírica.

Nova Orleans é um reflexo deturpado do próprio Réquiem e um lar perfeito para a Família. A cidade é uma mistura infindável de libertinagem e fé, alegria e terror. Catedrais imponentes se elevam sobre as ruas, suas portas oferecem consolo, mas suas silhuetas tornam-se temíveis à luz bruxuleante dos postes. Rosários competem com o jogo de dados e o carteado, e o vinho que corre livre nem sempre é o da comunhão. É uma dicotomia que parece ter sido embutida na própria cidade: é inescapável, um produto do medo que cresce a cada noite nestes tempos modernos e desesperados.


Vampiro: o Réquiem é um jogo narrativo gótico-contemporâneo, e poucas cidades encarnam essa estética tão bem quanto a Big Easy. É o velho entrelaçado ao novo, o alarmante ao virtuoso. As catedrais respeitáveis exibem gárgulas temíveis e janelas com vitrais de desenhos intrincados e, muitas vezes, perturbadores. Os sepulcros pomposos, todos acima do chão, enchem os cemitérios, tão vastos e complexos que são também cidades, com suas próprias ruas e sinalização. As ladainhas jazem sob os ruídos do trânsito, um murmúrio solene que promete nenhum consolo nesta vida — e a danação quase certa na outra.


Manter a Máscara significa manter a paz — pelo menos uma paz relativa — entre os membros da Família, o que se traduz num processo concreto para determinar quem tem permissão para caçar e angariar influência numa determinada área. Em Nova Orleans, esse procedimento é simples e rígido. O Príncipe Vidal concede territórios. Ponto final.


Não se pode negar a Fera. Os poderes da cidade estão em toda parte, e todos eles exigem fidelidade. Como as igrejas e os hounfours de Nova Orleans, a esperança envelhece e desmorona, até não passar de uma fachada, uma máscara de fé a cobrir a decomposição e o desespero. Somente os mais raros dos vampiros conseguem aguentar durante muito tempo as pressões da Big Easy. Será que os personagens estarão entre eles?



{2 de Junho de 2010}   De por que usar um bom dicionário (ou vários)… e o Google

Excerto do American Heritage Dictionary of the English Language:

oath
1.

    a. A solemn, formal declaration or promise to fulfill a pledge, often calling on God, a god, or a sacred object as witness.
    b. The words or formula of such a declaration or promise.
    c. Something declared or promised.

2. An irreverent or blasphemous use of the name of God or something held sacred.
3. An imprecation; a curse.

Quando comecei a traduzir manuais de RPG… Não, reformulando. É melhor ser absolutamente sincera. Quando comecei a traduzir. Ponto. Porque meu primeiro trabalho “profissional” como tradutora foi um manual de RPG. Pois então, desse meu primeiro trabalho, lembro-me de uma coisa engraçada que aconteceu e que me ajudou a desenvolver uma das técnicas que uso hoje ao traduzir qualquer texto. Foi um erro bem crasso de minha parte, coisa para se chorar na hora e rir anos depois. Infelizmente, não tenho nenhum dos originais aqui comigo, por isso vou ter de citar de memória.

Era um suplemento de Lobisomem: o Apocalipse*, e o texto dizia algo como:

So they rode a Greyhound to … (insira aqui o lugar que você quiser)

Meu primeiro pensamento foi: “Que raio de bicho é esse (o tal Greyhound)? Bom, deve ser alguma coisa específica do cenário de LoA”. Traduzi o trecho como: “e eles foram para (insira aqui o lugar que você quiser) montados num Greyhound”. E, para piorar as coisas, ainda acrescentei um comentário, explicando que não tinha encontrado essa criatura em nenhum dos livros de LoA, e que por isso tinha deixado o termo em inglês, para facilitar a pesquisa, mas sugeria alguma tradução “brilhante”, que agora me foge à memória, mas não era Galgo Cinzento.

Algum tempo depois de terminado o trabalho, minha tradução recebeu elogios de algumas pessoas, entre elas o Douglas Ricardo “D3″ Guimarães (@Douglas_3) e, obviamente, do “D Boss” da Devir, Douglas Reis, que revisou inicialmente o meu texto. Eu fiquei encantada, porque até então não achava realmente que eu pudesse fazer carreira traduzindo livros. Mas o Douglas (Reis) também fez suas ressalvas e me lembrou do trecho do Greyhound, dizendo que, para traduzir bem, não bastava conhecer o idioma estrangeiro, era preciso também saber alguma coisa a respeito da cultura de onde vinha o idioma. Aí ele me disse, com a maior simplicidade do mundo, a coisa que deveria ter sido o óbvio ululante para mim quando deparei com “So they rode a Greyhound to…”: Greyhound é o nome da empresa de transporte de passageiros mais famosa dos Estados Unidos. Ou seja, os caras pegaram foi um ônibus para (você já sabe o que tem de inserir aqui, né?).

Isso me abriu os olhos de um jeito que vocês nem imaginam.

Depois disso, porque meu perfeccionismo não me permitiria repetir conscientemente outra gafe como essa, passei a verificar qualquer palavra, expressão ou frase que me parecesse suspeita. Criei o hábito de consultar um bom dicionário, e às vezes mais de um, mesmo quando a tradução de uma coisa parecia óbvia.

Exemplo simples: “Go ahead and do what you must, just so long as you don’t break any laws”. “Break” é um verbo bem comum em inglês, e o cérebro do tradutor volta para as aulinhas de inglês e o traduz automaticamente por “quebrar”. “Quebrar a lei”. Eles quebram a lei em inglês, mas será isso o que se faz em português? No Dicionário inglês-português, editado por Antônio Houaiss, as acepções possíveis para “break” e derivados ocupam mais ou menos 20 centímetros de uma coluna. E, entre elas, encontramos “infringir”. Portanto: “Vá em frente e faça o que tem de fazer, só não infrinja nenhuma lei”.

Mas, vamos voltar ao Greyhound. E se hoje, com a experiência que tenho agora, eu fosse traduzir aquele mesmo trecho que me abriu os olhos anos atrás? Abro o dicionário bilíngue e leio:

grayhond, greyhound: s. galgo; (fig.) transatlântico de grande velocidade

Bom, os meus lobisomens são meio grandes para montar um galgo e ir a qualquer lugar nessa estranha cavalgadura. Mas tampouco estão atravessando o Atlântico, ou qualquer outro oceano. Talvez estejam apenas querendo ir de Denver a Paris, Texas.

O dicionário bilíngue falhou. Melhor dizendo, não ajudou. Então é hora de consultar um dicionário monolíngue. Como o gigantesco Random House Unabridged Dictionary, que eu tenho aqui do meu lado. E o resultado é o mesmo: um cachorro ou um navio.

Muita gente poderia dar de ombros ao chegar aqui e repetir a bobagem que eu fiz anteriormente. Não vamos ceder à preguiça. Se o que você procura não está no dicionário, isso só quer dizer que se trata de uma palavra, expressão ou frase que não ocorre com frequência suficiente nos registros escritos (livros, jornais etc.) de uma cultura para que se justifique sua inclusão num dicionário. Na minha terra, usamos corriqueiramente palavras como “narote” (coriza) e “bigato” (bicho da goiaba), e elas não estão em dicionário algum.

Mas a internet é um grande registro escrito do que há de mais atual no uso de qualquer idioma. E alguém muito legal inventou os mecanismos de busca. Eu costumo usar o Google (e, não, isso não é propaganda). E voilá, o primeiríssimo resultado da busca por “grayhound” ou “greyhound” é justamente o website da empresa de transporte. Mistério resolvido. Agora o texto faz sentido. Eles pegaram um ônibus. E, considerando que eram lobisomens ou membros de alguma raça metamórfica overpower, deve ter sido uma viagem e tanto.

Prometo que — e isso é um juramento, e não uma imprecação solene –, num próximo artigo, vou tentar refazer, agora com um pouco mais de profundidade, uma brincadeira que fiz no Twitter meses atrás, que eu chamei de “Etapas de uma tradução”. Na verdade, é uma demonstração bem simples da “técnica” que uso para traduzir, começando com uma tradução rápida, resolvendo a parte mais fácil, deixando para trás um bocado de palavras em inglês (o único idioma estrangeiro que traduzo), coisas para verificar mais tarde. Depois vem uma série de intervenções, ajustando a gramática e o estilo. Hoje em dia, esse procedimento já me é tão familiar que acabo fazendo tudo só em duas passadas, mas acho que o exercício de tentar explicar o que exatamente estou fazendo ao traduzir pode ser interessante para quem está começando a se aventurar pela tradução de textos.

E, como eu já disse mais de uma vez em vários lugares por aí, a solução mais prática para o RPG traduzido no Brasil talvez seja transformar o amador (que ama o jogo) em tradutor. Espero que essa venha a ser minha pequena contribuição.

*Ok, se você é doido por Storyteller e leu todos os suplementos de LoA, já deve ter sacado de que livro estou falando. Só tenho a dizer uma coisa: os dentes-de-leão voam em formação contra o céu azul enquanto, lá embaixo, pastam as manadas de ornitorrincos. Troque “dentes-de-leão” por “dedos-alados” e “ornitorrincos” por “bicos-de-pato”, e você terá uma ideia de como eu REALMENTE traduzi esse trecho. Até hoje, não se sabe quem foi o responsável por essa emenda infeliz, mas espero que ele ou ela esteja ardendo no inferno dos falsos tradutores. Sim, existe um círculo só para esses pecadores.



{19 de Maio de 2010}   Translation, e não traduction

(Recentemente, escrevi um texto comprido por ocasião de uma troca de mensagens com fãs de Changeling: the Lost. O tema da conversa: Mundo das Trevas e traduções. Tenho a impressão de que mais gente talvez se interessasse por essa conversa, então está aí o texto, um tanto quanto modificado em relação ao original, para que se adaptasse ao Contatos Imediatos.)


Acho ótimo que os RPGistas queiram colaborar com o processo de tradução de Changeling, contribuindo com suas opiniões, sugestões etc. É exatamente por gostar dessa participação que tenho levantado discussões amigáveis a respeito da terminologia com as pessoas que seguem meu Twitter Feed (@MdT_Brasil).

Mas, se me permitem, sinto que é preciso esclarecer uma coisa: eu ainda sou a editora da linha e, seja isso bom ou ruim, a decisão final quanto à terminologia do jogo em português cabe a mim. Afinal, é meu trabalho. Sou remunerada para fazer isso como profissional do texto que sou, e não seria justo nem ético delegar essa decisão a outras pessoas. Além disso, a tradução profissional está na esfera da competência técnica, e não da democracia. Podemos ouvir quantas opiniões for, mas a decisão final tem de ser técnica.

Claro que, como todo ser humano, posso tomar uma decisão equivocada vez ou outra, mas estamos promovendo esses debates amigáveis e a troca de ideias justamente para minimizar possíveis erros. Apesar de apreciar a colaboração dos fãs, tenho visto nessa interação um problema recorrente: há quem confunda “erro de tradução” com “diferença de interpretação” ou, pior ainda, “gostos pessoais”.

spire - spire

Espirais no oceano

Se alguém traduz “ocean spire” por “espiral do oceano” ou “mystery man” por “homem de mistério”, estamos lidando com erros de tradução. “Spire” é “agulha (ou flecha) de torre” ou “obelisco”. Poderíamos encontrar soluções como “torre oceânica”, por exemplo. “Mystery man” é agente secreto, espião, uma expressão idiomática da língua inglesa que provavelmente não tem correspondente em português (da mesma maneira que seria difícil achar uma tradução inglesa para “araponga” em português).

Agora, se traduzo “fate” por “sorte”, por exemplo, e outra pessoa prefere “destino”, não estamos mais tratando de erros de tradução, e sim de preferências pessoais, pois “sorte”, “destino”, “fado”, “sina” têm o mesmo sentido em português. Ou seja, o idioma permite todas essas possibilidades. Aí, não havendo erro, por uma questão de simples coerência, vale a opinião de quem assina a tradução, porque, afinal de contas, foi essa pessoa quem trabalhou no livro e foi remunerada por isso.

No meio do caminho, tinha uma sebe

Voltando à tradução de manuais de RPG, os Narradores e jogadores em sua mesa de jogo, quando usam como referência o material em inglês, têm toda a liberdade de traduzir (ou não) os termos como bem entenderem. E podem também flexibilizar esses termos como bem entenderem. Por isso, não vejo nada de errado em alguém preferir “Bosque” como solução para “Hedge” na mesa de jogo. Mas, se estamos falando da publicação de uma obra, algumas regras precisam ser seguidas.

Temos de nos preocupar, por exemplo, com a fidelidade ao original. E, por fidelidade, não quero dizer “tradução literal” (que seria o problema de “homem de mistério”, no exemplo anterior; ou “rolar os dados”, em vez de “lançar ou jogar os dados”). Temos de nos perguntar por que os autores de Changeling escolheram o termo “Hedge” para fazer referência à zona de transição entre nosso mundo e Arcádia. Temos de nos preocupar com a interação de “Hedge” e todo o milhão de palavras que compõe o resto do livro. Nesse caso específico, será que “hedge” não teria a ver com as barreiras que aparecem tradicionalmente nos contos de fadas, separando o mundo humano do universo encantado? Nas lendas europeias, essas barreiras costumam ser os limites de uma vila: um muro, um portão, uma sebe. E, nitidamente, as referências constantes aos espinheiros dessa “hedge” no texto de Changeling exigem, por uma questão de coerência interna, que o termo em português seja mantido o mais próximo possível da ideia original em inglês.

hedge - hedge

Vamos analisar o caso de “fetch”, então. Eis o que nos diz o dicionário Random House, que tem 2.478 páginas: fetch =  wraith; perhaps short for fetch-life, one sent to fetch the soul of a dying person. Portanto, a ideia é de uma aparição que viria buscar a alma de uma pessoa agonizante. O “duplo” corresponde ao “ka” dos egípcios, uma das nove almas do ser. Em várias culturas, principalmente a bretã, o duplo é uma aparição idêntica à pessoa que está prestes a morrer; avistar o próprio duplo costuma ser um mau presságio. Há um bom exemplo disso em As brumas de Avalon.)

Outras regras a serem seguidas:

1. Respeitar o tom e a escolha vocabular do original, algo que é mais fácil explicar com exemplos retirados de Mago, Changeling e Vampiro:

(tom elevado):

The sea of time grows murky as one approaches the distant past. (…) Even master mages cannot part the curtains of time so far back to see what truly occurred.

As águas do tempo se curvam quando nos aproximamos do passado. (…) Nem mesmo os mestres dos magos são capazes de descortinar o tempo a ponto de ver o que realmente ocorreu em épocas tão remotas.

(tom coloquial):

Funny thing to hate, right? But I do. Ever since I got back, I’ve hated it. I always thing it’s going to be him, my Keeper or whatever you want to call him.

Coisa engraçada de se odiar, né? Mas eu odeio. Desde que voltei, odeio (telefone). Acho sempre que deve ser ele, meu Protetor, ou seja lá como você quiser chamá-lo.

(tom vulgar):

F*** him. Back to the booth, where dinner awaits. I can smell that she’s excited, too, the dirty old whore, and you know what I mean by “excited”.

Que se f*** o cara. Voltei pro reservado, onde o jantar me esperava. Pelo cheiro, saquei que ela também ‘tava empolgada, a puta velha e imunda, e ‘cê sabe o que eu quero dizer com “empolgada”. 

Quanto ao vocabulário, se os autores originais, para transmitir a ideia de “escudo”, optaram pela palavra “aegis” (incomum), e não “shield” (comum), a boa tradução tem de respeitar essa escolha e usar “égide”. Se eles escolheram “Celerity”, e não “Quickness”, o tradutor empobreceria o texto se optasse por “Rapidez”, em vez de “Celeridade”.

2. Evitar palavras não dicionarizadas (a não ser no caso de neologismos presentes no original): parte do motivo pelo qual preferimos “Dissimulação” a “Furtividade” para “Stealth” (a outra parte é para que não se confunda Furtividade (Stealth) com Furto (Larceny)).

3. Utilizar a norma culta da língua portuguesa: os livros educam, mesmo quando não foram escritos com essa intenção. As pessoas aprendem a escrever, lendo. Publicar livros é uma grande responsabilidade. Por isso, é importantíssimo cuidar para que o texto siga a gramática e a ortografia vigentes. É preciso tomar cuidado para escrever “ansioso”, e não “ancioso”; “o orbe”, “o húbris”, e não “a orbe”, “a húbris”; “a resposta implica uma decisão”, e não “a resposta implica em uma decisão”; “preferir uma coisa a outra”, e não “preferir uma coisa do que outra”; “se chegar a isso, ele não resistirá”, e não “se chegar a isso, ele não resiste”. E assim por diante.

homerbook - homerbook

4. Respeitar a inteligência do leitor: o tradutor não pode se deter a cada palavra, frase, ideia ou conceito complicado que encontrar no texto original e pensar: “Xi, nossos leitores nunca vão entender isso. Vamos trocar isso aí por algo mais simples”. Se proceder assim, o tradutor produzirá uma adaptação, e não uma tradução. E, além disso, estaria demonstrando um profundo desprezo pela capacidade do leitor de fazer associações, consultar um dicionário, uma enciclopédia, pesquisar na internet, perguntar para um amigo, um professor etc. Não posso partir do pressuposto de que nossos leitores são burros e preguiçosos — aliás, recuso-me a pensar dessa maneira.

Os autores do Mundo das Trevas escrevem para um público culto, geralmente capaz de reconhecer um poema de Yeats ou Fernando Pessoa, ou entender o que é uma “epifania joyceana”. E, para aqueles que por acaso nunca ouviram falar de Yeats, Pessoa e James Joyce, hoje há recursos acessíveis para ajudar a preencher essa lacuna. Vejo a linha Mundo das Trevas não só como manuais de RPG, mas também como literatura e um incentivo para os leitores ampliarem seus horizontes culturais.



{4 de Maio de 2010}   Vamos esperar até a semana que vem


Salve!

Eu estava prestes a publicar algumas coisas por aqui, como as primeiras anotações para a errata de Mago: o Despertar, quando veio a notícia de que vamos trocar de servidor e, por isso, vou ter de fazer uma cópia de segurança dos Contatos Imediatos e esperar até a semana que vem antes de publicar alguma novidade.

Vamos torcer para que tudo dê certo na transferência e nenhuma informação do blog se perca nos caminhos tortuosos da virtualidade.

Abraços,

MC Zanini - Editora
Mundo das Trevas Storytelling
Devir Livraria



{25 de Março de 2010}   Onde jogar Mago: o Despertar neste fim de semana

MoD Logo PT web - MoD Logo PT web

lance p 001 - lance p 001

Arte e Bola Café – 28/3/2010 - 14h
Rua São Bento, 1829 - Centro - Araraquara - SP
Informações: parancini@hotmail.com

Game Square – 27/3/2010 - 14h
Rua José Antônio, 980 - Campo Grande - MS
Informações: 67 3026-5480

Loja Anime X – 27/3/2010 - 14h
Rua Seis, 2364 – Rio Claro – SP
Informações: 19 8165-0015

D20 Informática – 27/3/2010
Figueiras Shopping Loja 13 - R. Aquidaban S/N - Rio Grande - RS
Informações: 53 8403-0595

RPG na BiblioteKá
Biblioteca Chácara do Castelo - 27/3/2010 - 14h às 19h

Rua Rua Brás Lourenço, 333 - Jardim da Glória – São Paulo - SP
Informações: 11 5579 4929

Domingo RPG
Biblioteca Monteiro Lobato - 28/3/2010 - 12h às 19h

Rua General Jardim, 485 - Vila Buarque - São Paulo - SP
Informações: 11 9844 5367




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