Dúvidas CCRD

Publicações arquivadas desta categoria

Imagens e créditos

Publicado por Organização do Concurso em 04 Jun 2008 | sob: Dúvidas CCRD, Mundo das Trevas Storytelling, Concurso Cultural Os Ritos do Dragão

A partir de uma pergunta enviada por Arthur Ferreira Jr.

O arquivo-modelo do concurso reserva uma seção especial para os “impressos”, ou seja, ilustrações, desenhos, imagens contendo textos ou qualquer outra coisa que o roteiro preveja e que possa ou deva ser distribuído aos personagens dos jogadores.

As imagens criadas como impressos devem ser adicionadas ao arquivo .doc para efeito do concurso. Sim, a definição não será lá essas coisas, mas deve ser apenas suficientemente legível para a comissão julgadora entender a idéia.

Se as imagens forem criadas com a ajuda de outras pessoas além dos autores que vão concorrer, e se os autores quiserem dar o devido crédito a elas, a melhor maneira de fazer isso talvez seja fornecer essas informações à parte, para que isso não conte para o limite de 18 mil caracteres.

Ou seja, se a inscrição se der por mensagem eletrônica, os créditos adicionais podem aparecer no corpo da mesma. Se a inscrição se der pelo correio, os créditos adicionais podem aparecer numa folha impressa à parte, acrescentada ao pacote.

As palavras usadas no fluxo de cenas contam para o limite de 18 mil caracteres?

Publicado por Organização do Concurso em 04 Jun 2008 | sob: Dúvidas CCRD, Mundo das Trevas Storytelling, Concurso Cultural Os Ritos do Dragão

Pergunta enviada por Arthur Ferreira Jr.

Todo o texto do arquivo que será enviado conta para o limite de 18 mil caracteres, desde o título até o último ponto final, incluindo-se aí as instruções do tipo “Se os personagens fizerem isso e aquilo, vá para a cena tal”.

A idéia de usar imagens para indicar o fluxo de cenas é muito boa, mas os concorrentes que não têm habilidades “photoshopísticas” podem se sentir prejudicados.

Por isso, para sermos justos com todos, o melhor é usar apenas um critério. Sendo assim, as únicas imagens permitidas seriam os “impressos” ou “props” previstos para os jogadores, caso haja algum.

O roteiro deve apresentar uma história pronta para ser jogada ou somente um esboço?

Publicado por Organização do Concurso em 22 Mai 2008 | sob: Dúvidas CCRD

Pergunta enviada por Cefer Max Primo.

A idéia é que seja uma história pronta para ser jogada. Algo que qualquer Narrador que fale português consiga ler, compreender e reproduzir em sua mesa de jogo.

Obviamente, o desafio é fazer isso com apenas quatro cenas e 18 mil caracteres…

Mas, como já foi comentado na mensagem “As duas primeiras perguntas!”, quando tivermos todas as pendências legais e burocráticas resolvidas, poderemos começar a publicar roteiros SAS desenvolvidos no Brasil. Se um (ou vários) dos roteiros do concurso forem tão bons a ponto de merecer a publicação, a melhor coisa que poderíamos fazer pelos autores seria deixá-los dar vazão ao talento e romper o limite dos 18 mil caracteres e das quatro cenas.

Vocês poderiam apresentar dois ou três desses roteiros do Storytelling Adventure System, mesmo que em inglês?

Publicado por Organização do Concurso em 22 Mai 2008 | sob: Dúvidas CCRD

Pergunta enviada por Cefer Max Primo.

Os roteiros SAS disponíveis estão em inglês e são vendidos, como PDF, no website http://white-wolf.com/sas. No entanto, é possível capturar gratuitamente o guia do sistema, nesse mesmo website. No guia há dois exemplos breves de como as cenas podem ser apresentadas.

Para os falantes do português que queiram participar do concurso: não se preocupem, pois o arquivo-modelo traz informações suficientes. De qualquer maneira, não vamos exigir o formato completo do SAS neste momento. A idéia é simplesmente começar a familiarizar os brasileiros com esse formato.

O que é um roteiro de história interativa?

Publicado por Organização do Concurso em 22 Mai 2008 | sob: Dúvidas CCRD

Pergunta enviada por Cefer Max Primo.

Excelente pergunta!

A grande maioria dos RPGistas conhece “história interativa” como “aventura”, e “roteiro de história interativa” como “aventura pronta”.

Por que não usamos os termos mais conhecidos? Porque são termos de Dungeons&Dragons, que, por ter sido o primeiro RPG publicado – apesar de seus autores originais nunca terem se referido ao D&D como RPG –, acabou estabelecendo grande parte do jargão dos RPGistas. Mas, no Mundo das Trevas do Sistema Storytelling, o termo para “aventura” é mesmo “história”.

A história é uma narrativa completa, ou seja, com começo, meio e fim, que pode durar apenas uma sessão de jogo ou se estender por várias delas. É composta de: 1. uma introdução; 2. um enredo em que os conflitos físicos, mentais ou sociais vão ficando cada vez mais complicados e interessantes; 3. um clímax; 4. uma conclusão.

Acontece que uma história ou aventura de RPG não é uma narrativa comum. Nem o autor da história nem o Narrador controlam as ações dos personagens principais, que são interpretados pelos jogadores. Portanto, resta ao autor criar um roteiro flexível, uma lista de cenas e possibilidades, um roteiro que tenta prever as ações mais prováveis dos personagens dos jogadores, mesmo sabendo que não conseguirá se antecipar a todas elas.

O que esperamos receber dos autores que se inscreverem no Concurso é justamente esse roteiro de possibilidades.

As duas primeiras perguntas!

Publicado por Organização do Concurso em 22 Mai 2008 | sob: Dúvidas CCRD

Perguntas enviadas por Johnny Menezes:

1. A aventura (com diagramação ou não) será colocada para download no site da Devir Livraria?

É o que esperamos poder fazer um dia. Em primeiro lugar, estamos negociando com a White Wolf Publishing para obter a permissão de publicar histórias em português usando o Storytelling Adventure System. A segunda questão, da qual também estamos tratando, é a de como a portaria 1.100 do Ministério da Justiça, que regulamenta a classificação indicativa dos RPGs, se aplicaria a publicações eletrônicas.
Resolvidas essas duas questões, sim, nossa intenção seria publicar eletronicamente os melhores roteiros (e não apenas os roteiros vencedores).
No entanto, o formato do concurso pede apenas roteiros de quatro cenas. O mais interessante seria, caso a publicação de fato aconteça, que os autores selecionados tivessem algum tempo para ampliar o roteiro, inserir novas cenas, novos conflitos, novas dicas para os Narradores, e assim por diante.

2. O prêmio será entregue no XVI EIRPG? E se a pessoa não puder comparecer?

Os vencedores do concurso serão anunciados durante o XVI EIRPG, mas os prêmios serão enviados pelo correio para suas respectivas residências, a menos que um dos vencedores não tenha a idade mínima estipulada pela classificação indicativa do Ministério da Justiça que se aplica aos produtos relacionados como prêmio. Nesse caso, o vencedor só poderá receber o prêmio com a autorização de seus pais ou responsáveis.

Aproveitando o ensejo: No caso da classificação indicativa do Escudo do Narrador de Lobisomem: os Destituídos, aguardaremos uma posição do Ministério da Justiça. Lobisomem: os Destituídos terá a classificação “não recomendado para menores de 16 anos”. Antagonistas foi considerado “inadequado para menores de 18 anos” e o Escudo do Narrador de Vampiro: o Réquiem, “inadequado para menores de 16 anos”.